Unhas fracas podem revelar deficiência de ferro, biotina ou até desequilíbrio hormonal. Veja como fortalecer naturalmente e recuperar a saúde das suas unhas!
Suas unhas estão quebradiças, descamando ou se partindo com facilidade? Já sentiu frustração ao lixar as pontas pela manhã e, no fim do dia, elas já estarem lascando novamente? Além de afetar a aparência, unhas frágeis podem causar dor em tarefas simples, como abrir embalagens ou digitar.
E se suas unhas estiverem tentando avisar algo sobre sua saúde? Continue lendo até o final — pequenas mudanças no dia a dia podem transformar completamente a força e a aparência delas nas próximas semanas.
Estima-se que até 20% das pessoas sofram com unhas frágeis, especialmente mulheres acima dos 40 ou 50 anos. Embora o envelhecimento natural contribua para crescimento mais lento e menor resistência, muitas vezes existem causas corrigíveis por trás do problema.

Aqui estão 10 fatores comuns e o que você pode fazer:
1. Falta de Biotina (Vitamina B7)
A biotina é essencial para a produção de queratina, proteína que forma as unhas. Estudos mostram melhora na espessura e resistência após suplementação consistente.
O que fazer:
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Inclua ovos, amêndoas, nozes, sementes e espinafre na alimentação diária.
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A suplementação (geralmente 2,5 mg/dia em estudos) pode ajudar, mas deve ser discutida com um profissional.
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Resultados costumam aparecer após 4–8 semanas.
2. Deficiência de Ferro
Unhas fracas ou em formato de “colher” podem indicar baixos níveis de ferro.
O que fazer:
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Consuma carnes magras, feijão, lentilhas, vegetais verde-escuros.
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Combine com vitamina C (laranja, limão) para melhor absorção.
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Se houver cansaço ou palidez, procure avaliação médica antes de suplementar.
3. Baixa Ingestão de Proteína
Como a queratina é proteína, ingestão insuficiente enfraquece a estrutura das unhas.
O que fazer:
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Inclua proteína em todas as refeições: ovos, peixes, frango, leguminosas.
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Melhoras podem surgir em 6–12 semanas.
4. Desidratação Crônica
Unhas também precisam de hidratação para manter flexibilidade.
O que fazer:
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Beba pelo menos 1,5–2 litros de água por dia.
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Use umidificador em ambientes secos.
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Aplique óleo de cutícula regularmente.
5. Contato Frequente com Produtos Químicos
Detergentes e removedores com acetona retiram a proteção natural.
O que fazer:
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Use luvas ao lavar louça ou limpar a casa.
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Prefira removedores sem acetona.
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Hidrate as mãos após contato com produtos.
6. Clima Frio e Ar Seco
O inverno reduz a umidade natural das unhas.
O que fazer:
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Use creme nutritivo para mãos diariamente.
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Proteja as mãos com luvas no frio.
7. Alterações da Tireoide
Unhas frágeis, com crescimento lento ou ondulações podem estar associadas a desequilíbrios hormonais.
O que fazer:
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Observe sintomas como fadiga ou queda de cabelo.
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Exames simples podem avaliar a função tireoidiana.
8. Psoríase
Pode causar ondulações, manchas ou descamação nas unhas.
O que fazer:
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Tratar a condição de base com acompanhamento dermatológico.
9. Infecção Fúngica
Espessamento, coloração amarelada e fragilidade podem indicar fungos.
O que fazer:
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Mantenha unhas secas e bem aparadas.
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Procure orientação profissional se suspeitar de infecção.
10. Trauma e Envelhecimento Natural
Usar as unhas como ferramenta ou pequenos impactos repetidos enfraquecem a estrutura.
O que fazer:
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Mantenha-as curtas.
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Lixe suavemente.
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Hidrate com produtos ricos em ômega-3 ou ceramidas.
Abordagem Superficial vs. Causa Raiz
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Endurecedores de unha: efeito temporário.
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Óleos tópicos isolados: ajudam na superfície.
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Alimentação + hidratação: tratam a causa e oferecem resultados duradouros.
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Avaliação médica quando necessário: essencial se houver sintomas associados.
Imagine daqui a 4–6 semanas ter unhas mais fortes, lisas e resistentes às tarefas diárias. Comece hoje: escolha uma dica, acompanhe sua evolução semanalmente e observe a diferença.
Perguntas Frequentes
Quanto tempo leva para melhorar?
De 4 a 12 semanas, pois as unhas crescem cerca de 3 mm por mês.
É sempre algo grave?
Na maioria das vezes não. Geralmente está relacionado à alimentação ou hábitos. Mas sintomas persistentes merecem avaliação.
Suplementos funcionam para todos?
Podem ajudar algumas pessoas, mas o ideal é priorizar alimentação equilibrada e buscar orientação profissional.
Este artigo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Procure um profissional de saúde caso os sintomas persistam ou piorem.